Colecção de postais antigos do Arquipélago da Madeira.




















Em Portugal, especialmente nas zonas rurais é comum as casas terem algum tipo de animal no seu interior, normalmente cães ou gatos.

Enquanto os últimos normalmente circulam de forma livre, os cães não costumam ter esse direito. Ficam quase sempre confinados aos muros ou vedações da casa. São deixados nos jardins ou varandas e passam ali a totalidade dos seus dias.

Se os espaços dedicados aos cães forem reduzidos ou a inteligência dos seus “donos” for igualmente curta, estes bichos são acorrentados ou então colocados em jaulas. Parece coisa de terceiro mundo mas esta prática é muito comum em Portugal.

Há muita gente que pensa que tem direito a ter um ou mais cães em casa, mesmo não tendo condições para tal… Um cão para estas pessoas é apenas um animal que tem de ladrar quando vê ou ouve alguém, que serve para comer os restos que sobraram do jantar ou então apenas mais um brinquedo.

Elas não vêm nenhum mal no facto de os cães estarem presos o dia inteiro e a própria Sociedade parece que também não. Não nos indignamos quando vemos uma casa com um, dois ou três cães acorrentados ou colocados em galinheiros… Nestes casos, são tratados como galinhas ou coelhos.

Estes cães não saem para passear, não correm livremente, não são educados para fazerem as suas necessidades em determinado lugar, vivem rodeados das suas próprias fezes e recebem pouco ou nenhum carinho.

São animais frustrados, stressados e infelizes. Passam o dia a dormir ou a ladrar para tudo e todos, muitas vezes ao frio, vento, sol ou chuva.

Ideia para Portugal: proibir o uso de correntes em animais, especialmente nos cães.

As pessoas que forem apanhadas com os seus cães acorrentados devem ser punidas por lei. Acorrentar um cão é um crime!

Nenhum animal deve ser obrigado a estar confinado a meia dúzia de metros quadrados. É contra a sua natureza!

Se estes “donos” de animais discordarem desta ideia, devem ser acorrentados durante vários dias até que mudem de opinião. Brincamos, claro, mas isto é coisa séria!

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A maioria dos fumadores são sujos e muitos não o admitem. Podem contestar o adjectivo mas não poderão contestar as evidências: bueiros, esgotos, canteiros, jardins, bermas das estradas... todos estes sítios servem para eles se livrarem das beatas dos cigarros que fumam.

O ridículo da situação é que o simples acto de atirar uma beata de cigarro para o chão é socialmente aceite. Quando alguém o faz, é muito raro outros do grupo não o fazerem também. Mais raro é haver alguém que, observando o acto se indigne com o mesmo.

Como se não bastasse o drama das beatas neste país, os fumadores revelam-se ainda serem uma raça de p*rcos de primeira. Há muitos que, ao encetar uma carteira de cigarros, atiram também o plástico protector da mesma para o chão. O círculo de impunidade fica completo quando a mesma carteira acaba e o infame gesto é novamente repetido: caixa para o chão ou para o sítio mais à mão.

Ora, uma consequência destas atitudes é que os plásticos que envolvem as carteiras de cigarros acabam por ir bater a tudo quanto é sítio, levados pelo vento. E como sabemos que o plástico é um material de difícil decomposição, e a hipótese de reciclagem destes plásticos ser mínima, a sua utilização nestes casos devia ser proibida.

Ideia para Portugal: obrigar as tabaqueiras a acabarem com a utilização de plástico nos maços de tabaco.

Excepções: nenhuma. Mesmo o tabaco que vier do estrangeiro deve cumprir estas regras.

Resultados: - Um país mais limpo. - Menos plásticos e micro plásticos a irem bater ao mar e cursos de água.

Os fumadores poderão argumentar que usam os cinzeiros e que são civilizados, mas a realidade nas ruas não engana. Podem ainda argumentar que os cigarros necessitam de estar bem protegidos para o tabaco não perder as suas propriedades, mas para isso servirá e chegará o papel de alumínio existente no interior mais a caixa de cartão com um sistema de fecho adequado.

Sabendo a quantidade de fumadores existente em Portugal, esta simples ideia tem um impacto importante no meio ambiente. Um dos beneficiários são as próprias tabaqueiras, pois a eliminação do plástico significa menos um custo de produção.

Uma ideia extra e que deve também ser implementada é a obrigatoriedade da embalagem de 10 carteiras de cigarros ser também feita com folha de papel e não com folha de plástico como algumas companhias ainda fazem.

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Sempre que há um miúdo a passar numa moto como a que se pode ver na imagem, é certo que se vai ouvir a mesma a centenas de metros de distância. Não interessa o local ou que horas sejam, a chinfrineira é garantida.

Vidros duplos e paredes com isolamento não são obstáculo para o barulho extremamente desagradável que estas motos emitem. A revolta adensa-se quando se percebe que hão há razão nenhuma para que estas continuem a circular nas estradas portuguesas.

Poder-se-ia argumentar que o ruído é uma forma de chamar a atenção para os outros condutores de que há uma moto nas proximidades, mas esse é um argumento que se esvai quando se colocam motos mais potentes e mais silenciosas ao lado destas.

Estas motos têm um público alvo bem definido: os adolescentes. Estes, ainda não seguros de si, sentem necessidade de fazerem barulho e de serem espalhafatosos para chamarem a atenção. E as marcas fabricantes sabem disso.

Esquecem-se porém de informar que uma moto que faz muito barulho, não anda mais rápido, não tem mais potência que as outras e nem torna os donos das mesmas mais fixes. A razão da barulheira destas motas é por isso puramente mercantilista. Uma razão parva, portanto.

Deve então o resto das pessoas ter de aturar a barulheira que estas motos fazem quando estão na rua? Devem sujeitar-se a serem perturbados nas suas casas durante o dia e a noite, só porque estes meninos querem exibir-se? A resposta é um claro NÃO!

Estão estas motos e os seus donos acima do direito ao sossego e ao descanso consagrado na Constituição? NÃO!

Ideia para Portugal: banir a circulação nas estradas portuguesas de qualquer tipo de motos que emitam ruído acima de um determinado volume de decibéis estipulado por lei.

Excepções: poderem circular em circuitos de competição. O lugar destas motos devia ser exclusivamente nas pistas de motocross.

Resultados:
   - Um país com menos poluição sonora e melhor qualidade de vida para os seus habitantes.
   - As fabricantes de motorizadas serão forçados a acelerar o desenvolvimento e produção de veículos que fossem mais silenciosos.

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